terça-feira, 29 de abril de 2014

O SAPO GODOFREDO



Essa história que vou contar

Poucos vão acreditar

Mas só aqueles que presenciaram

Podem melhor falar

Minha bisavó morava ao lado de casa

E muitos parentes a vinham visitar

Dentre eles meu tio-avô Adolfo

Ele era um cara muito sarrista

Cheio de brincadeiras e peraltices

Ele adorava boas brincadeiras

Principalmente com as crianças

Sempre vivia aprontando uma das suas

No quintal existia um duto

Que escorria água da chuva pra rua

Naquela pequena grua

Naquele pequeno bueiro

Vivia o sapo Godofredo

A gente tinha muito nojo

E também muito medo

Mas quando meu tio chamava seu nome

La estava ele

Naquele pequeno buraco ele aparecia

Enquanto todos já corriam

Meu tio pegava ele na mão

Saia correndo atrás da gente

Com aquele sapo lambão

Depois da brincadeira

Nele ele dava um banho de torneira

E o Godofredo pro buraco voltava

Mas bastava meu tio chamar

Para o Godofredo ali estar

E a brincadeira de novo começar

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