Eu
dou, me dôo, me reinvento
Já
não sinto mais o frescor do vento
Aquele
que sopra gostoso no rosto
Que
passa pelo fundo da alma
Aquele
que traz calma
Já
não sei mais o que sinto
Se
é a dor que me toma por inteiro
Ou
se é amor que cultivo em cativeiro
Olho
para o horizonte sem cor
E
quase não vejo meu amor
Me
reencontrar se tornou uma luta
Meu
coração num ritmo batuca
Minha
razão as vezes já não escuta
Fechar
a porta eu quero
Mas
pela fresta eu espero

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